Novo Testamento

 


O Novo Testamento consiste de 27 livros que foram escritos aproximadamente entre os anos de 45 d.C. e 100 d.C. 

Alguns autores escreveram seus próprios livros, enquanto outros  ditaram o conteúdo de uma carta ou narrativa para um assistente ou escriba. 

Os livros do Novo Testamento foram escritos em pergaminhos e em folhas de papiro. 

Estes livros inicialmente circularam independentemente, e não como uma coleção. 

Não sabemos se a carta original (chamada de autógrafo) circulou pelas diversas igrejas ou se os escribas fizeram copias para que fossem circuladas.

As cópias foram finalmente reunidas em coleções. 

Aparentemente, havia coleções das cartas de Paulo (cf. 1 Pe 3.16). Elas foram copiadas em códices que eram semelhantes aos livros modernos, com as páginas costuradas para formar uma encadernação.

Desta forma, os documentos ficavam mais fáceis de ler. 

Os rolos de couro, ou pergaminhos, eram difíceis de ler porque o livro todo tinha de ser desenrolado. As folhas de papiro  rasgavam- se. Então  as folhas de papiro passaram a ser costuradas, formando um livro. 

Em latim, a coleção de códices era chamada de Ta Biblia, a mesma que usamos para chamar a nossa Bíblia.

Ao se considerar a evidencia do manuscrito, deve-se lembrar de que existem cerca de 5 mil manuscritos gregos e, adicionalmente, 13 mil copias manuscritas de porções do Novo Testamento.


O teste da Apostolicidade significa que o livro deve ter sido escrito por um apostolo ou por alguém ligado a um apóstolo. 

Quando aplicado ao Novo Testamento, a maioria dos livros automaticamente se enquadra nessa exigência (Mateus, João, Paulo e Pedro). 

Marcos e Lucas foram ambos companheiros de Paulo. 

Tiago era meio-irmão de Jesus.

Judas é o apóstolo, ou e o meio-irmão de Jesus. 

O único livro que tem  dificuldade com este critério é o de Hebreus.










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